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BOLETINS EPIDEMIOLÓGICOS

Boletim Epidemiológico, editado pela Secretaria de Vigilância em Saúde, é uma publicação de caráter técnico-científico, acesso livre, formato eletrônico para os casos de monitoramento e investigação de doenças específicas sazonais.

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Coronavírus: conheça mais sobre o vírus e previna-se

Coronavírus é o nome de uma grande família de vírus que tem uma estrutura em formato de coroa, conhecida desde 1960. Eles causam infecções respiratórias e já provocaram outras doenças, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers).

O que é COVID-19?

É uma doença respiratória causada pelo último coronavírus descoberto no final de dezembro de 2019. Pode causar doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum e até problemas respiratórios graves.

Quais são os sintomas? ​

Tosse seca, febre e cansaço são os principais sintomas, mas alguns pacientes podem sentir dores no corpo, congestionamento nasal, inflamação na garganta ou diarreia. Nos casos mais graves, que geralmente ocorrem em pessoas que já apresentam outras doenças associadas, há síndrome respiratória aguda e insuficiência renal.

Existe um tratamento?


O tratamento é baseado nos sintomas de cada paciente. Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento indicado é repouso e consumo de bastante água. As medidas adotadas para aliviar os sintomas são: Medicamentos para dor e febre (antitérmicos e analgésicos). Umidificador no quarto ou banho quente para aliviar a dor de garganta e tosse.

Como se prevenir?

  • Higienizar as mãos com frequência, com água e sabão, e na ausência usar álcool gel ( 70%).
  • Cobrir o nariz e a boca antes de tossir ou espirrar.
  • Evitar contato direto com pessoas que apresentem sinais de infecção respiratória.
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.
  • Manter os ambientes bem ventilados.

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#FATO ou #FAKE

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Confira a nossa seleção de curiosidades e fuja das Fake News

Fake! 

Não há evidências de que o vírus seja transmitido por mosquitos ou moscas. Um vírus respiratório é transmitido quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala e as gotículas liberadas do nariz ou da boca tocam olhos, nariz ou boca de outra pessoa. Também se transmite tocando uma superfície contaminada e levando a mão aos olhos, boca ou nariz antes de lavar as mãos.

Fake!

Não há absolutamente nenhuma evidência de que o uso de uma máscara possa causar envenenamento por dióxido de carbono.

Porém não é recomendado o uso de máscaras durante o exercício, mas isto é porque quando a pessoa transpira, a máscara fica úmida e dificulta a respiração. Isto promove o crescimento de microorganismos.

Fato!

As pessoas com idade acima de 60 anos e aquelas com doenças crônicas, como diabetes,  doenças cardiovasculares e respiratórias, e com imunidade baixa, possuem um risco maior de terem complicações graves se forem contaminadas pelo coronavírus.

Da mesma forma, pessoas com câncer que estejam em tratamentos de quimioterapia, radioterapia, que tenham feito cirurgia há menos de um mês ou que façam uso de medicamentos imunossupressores fazem parte do grupo de risco.

Fato!

Portadores de doenças crônicas, como a hipertensão arterial sistêmica (HAS), têm maior chance de contraírem o vírus e de apresentarem complicações no decorrer da doença.

Além disso, segundo um artigo publicado no periódico The Lancet, alguns medicamentos utilizados no tratamento da hipertensão, como os inibidores da enzima conversora da angiotensina (IECA) e bloqueadores dos receptores da angiotensina (BRA), podem interferir com o coronavírus através do aumento da taxa de replicação deste. Não se entende, no entanto, como essa interação ocorre.

Fake!

A hidroxicloroquina ou cloroquina, um tratamento para a malária, lúpus eritematoso e artrite reumatóide, tem sido estudada como um possível tratamento para a Covid-19.

Dados atuais mostram que este medicamento não reduz as mortes entre os pacientes hospitalizados com Covid-19, nem ajuda as pessoas com doença moderada.*

O uso de hidroxicloroquina e cloroquina geralmente é aceito como seguro para pacientes com malária e doenças autoimunes, mas seu uso quando não é indicado e sem supervisão médica pode causar sérios efeitos colaterais e deve ser evitado.

* É necessária uma pesquisa mais detalhada para avaliar seu valor em pacientes com doenças leves ou como profilaxia pré ou pós-exposição em pacientes expostos à Covid-19.

Fake!

A Covid-19 é causada por um vírus, não por bactérias. Os antibióticos não combatem os vírus. Os profissionais de saúde podem prescrever antibióticos em casos específicos, mas isso ocorre porque uma pessoa com Covid-19 também desenvolveu uma infecção bacteriana como complicação da condição.

 

Fake!

Além de não proteger contra o vírus, o consumo excessivo de álcool aumenta o risco de outros problemas de saúde.

O consumo de bebidas e infusões quentes também não impede o contágio nem mata o vírus.

Apesar de seus benefícios, comer alho também não impede que você obtenha a Covid-19.

Fake. Não há evidências que comprovem essa afirmação.

Fake!

A Covid-19 pode se espalhar tanto em climas quentes como frios, secos e úmidos. Embora normalmente as doenças respiratórias comuns possam se espalhar mais em períodos de baixas temperaturas e ambientes fechados, não há nada que indique que a variação da temperatura ambiente irá matar o vírus.

A temperatura corporal de uma pessoa varia entre 36,5°C e 37°C, independentemente da temperatura do ambiente.

Mito. Não há estudos que comprovem a indicação de gestantes como grupo de risco. Este grupo é formado por idosos e pessoas com doenças crônicas como diabetes ou com problemas cardíacos e respiratórios.

Além disso, o vírus é transmitido por vias respiratórias e não pelo sangue. Por isso, grávidas não passam o vírus ao bebê.

CUIDE-SE!

Encontre dicas de alimentação, bem-estar, saúde, higiene e atendimento médico para manter-se prevenido

APP CORONAVÍRUS – SUS

O SUS desenvolveu um aplicativo que comunica informações sobre o CoronaVírus – (COVID-19) e ainda realiza uma triagem virtual, indicando se é necessário ou não a ida a hospitais!

Baixe o Aplicativo e saiba como se prevenir, e como agir em caso de suspeita.

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F.A.Q.

CORONAVÍRUS: PERGUNTAS E RESPOSTAS

Estamos vivendo em meio a uma pandemia, o Coronavírus. A qualidade da informação que chega para cada um de nós é um dos itens fundamentais para contê-la.  Como se prevenir? É verdade que é possível matar o vírus? Posso me contaminar ao apertar a mão de um infectado? Infectologistas respondem às principais dúvidas sobre coronavírus.

O mundo está em alerta com o avanço do novo coronavírus, que surgiu em dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China. A doença que causa a atual epidemia foi batizada pela Organização Mundial da Saúde como Covid-19. 

Abaixo, confira as principais perguntas e respostas sobre sintomas, transmissão, cuidados e possível cura. Veja na íntegra as dúvidas e explicações sobre o novo coronavírus: 

Coronavírus é o nome de uma grande família de vírus que tem uma estrutura em formato de coroa, conhecida desde 1960. Eles causam infecções respiratórias e já provocaram outras doenças, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers). A doença causada pelo novo coronavírus recebeu o nome de Covid-19. Ela foi descoberta no final de dezembro de 2019, na China. A primeira morte foi registrada em 9 de janeiro.

  • Por vias respiratórias, pelo ar e por gotículas provenientes de espirros e da fala de indivíduos infectados; 
  • Por contato físico, quando essas gotículas com o vírus alcançam mucosas do olho, nariz e boca por meio de beijos e abraços; 
  • Por meio do contato de superfícies contaminadas, quando essas gotículas com o vírus ficam depositadas em locais como um corrimão ou uma maçaneta, e depois entram em contato com mucosas do olho, nariz e boca.

Tosse seca, febre e cansaço são os principais sintomas, mas alguns pacientes podem sentir dores no corpo, congestionamento nasal, inflamação na garganta ou diarreia. Nos casos mais graves, que geralmente ocorrem em pessoas que já apresentam outras doenças associadas, há síndrome respiratória aguda e insuficiência renal.

Higienizar as mãos e superfícies, como móveis e corrimão, são as principais formas de se prevenir contra o novo coronavírus. Mesmo com as mãos limpas, evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca. Além disso, é preciso limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado. O uso de máscaras é mais recomendado para quem estiver em contato com alguém com sintoma gripal ou para quem for viajar para áreas de risco de contaminação. Vale lembrar que as máscaras descartáveis devem ser trocadas a cada duas horas. O Ministério da Saúde alerta também para que não seja feito o compartilhamento de itens pessoais, como talheres e toalhas. Também é recomendável manter a uma distância mínima de um metro de pessoas que estejam espirrando ou tossindo.

Para infectar uma pessoa, o vírus precisa sair de um doente e entrar no organismo de outra pessoa. Ao tossir, falar ou espirrar, por exemplo, o vírus se espalha por meio das gotículas – não há indício de transmissão pelo ar sem ter relação com estas gotículas. Estudos avaliados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que o vírus pode persistir nas superfícies por algumas horas ou, até mesmo, vários dias. Isto pode variar e depende das condições do local, do clima e da umidade do ambiente. Usando as gotículas como “transporte”, os vírus podem ficar em superfícies como maçanetas, apoios de transporte público, botões de elevadores, teclas de computador, celulares, entre outros. Por isso, lavar as mãos retira o vírus da superfície do corpo e evita que, ao se coçar, por exemplo, ele entre em mucosas – como olhos, boca e nariz –, o que causa a infecção.

A proximidade do doente com a pessoa saudável pode permitir que essa “viagem” do vírus fique mais curta. Por isso, segundo os infectologistas, é hora de rever alguns hábitos sociais, como cumprimentar com beijos no rosto ou com um aperto de mãos. “O costume latino-americano de abraçar, beijar, manter contato mais próximo pode vir a ser um risco maior para essas culturas”, disse Wladimir Queiroz, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. “É recomendável evitar esse tipo de contato físico.”

As mãos devem ser lavadas com água e sabão, ou higienizadas com álcool. A recomendação é que a higiene seja completa, inclua a parte inferior da ponta das unhas e alcance também a região do pulso.

Para onde quer que você vá, nós estaremos lá. Nossa ambição continua sendo proteger o seu mundo, por isso, como sua Consultoria, é nossa obrigação manter você sempre bem informado e assim, bem cuidado! Sabemos que estamos diante de uma conjuntura desafiadora, mas acreditamos que nossa capacidade técnica somada às medidas de prevenção e manutenção nos permitirá superar a adversidade com a excelência de sempre! Fique atento ao nosso Facebook, LinkedIn e Instagram e acompanhe as novidades.

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Estas informações têm como fonte as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que devem ser consultadas aqui, e do Ministério da Saúde, que devem ser consultadas aqui. Destinam-se a informar quais as recomendações gerais das autoridades competentes, não podendo ser consideradas como prestação de aconselhamento médico por parte da MDS.
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